quarta-feira, 3 de março de 2010

Acalmar a mente




Um pensamento é um grande pacote de energia e de informações
que necessitam de ser bem canalizadas.Percorrerem livremente o campo mental e irradiarem boas vibrações.
Segundo a Ioga todos os pensamentos podem ser classificados ou como memórias ou como desejos.E  a palavra sanscrita para memória ou impressão passada é sanskara e para desejo é vasana.
Ao acalmar a mente se transporta o estado mental para a esfera da aceitação.O tempo presente é a fonte inesgotável de realizações.Porque nada se perde porque nada se possui.A própria palavra possuir já soa negativamente,por resultar em apêgo,em medo e consequente sofrimento.Sofrer por desejar,sofrer por não controlar e sofrer por desesperadamente fugir do sofrimento.
Agradecer sempre o que se tem e o que se deixou de ter .Por algum tempo ou por um tempo maior.Depende muito do olhar tranquilo que se remete a tal situação.O agradecimento é curativo porque faz brotar novas sementes seja o solo fértil ou não.O ato de agradecimento traz em si uma fonte incessante de possibilidades.
Serenar a mente numa atitude verdadeira de reverência à vida e a todas as suas possibilidades.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Curiosidades





Yogis do Himalaia conseguiam suar no clima frio das montanhas quando se mantinham em meditação.






A Yoga é um componente central  do sistema abrangente da filosofia Indiana conhecida com ciência védica.


Se sentimentos d eculpa estiverem causando problemas na sua vida,atradição do Yoga oferece tr~es remédios básicos:

____ Evitar a culpa praticando percepção ética;

____Purificar sua psique do resíduo das ações antigas;

____ Praticar autoperdão.

domingo, 24 de janeiro de 2010

FIO CONDUTOR DA RESPIRAÇÃO



Vivekananda, em sua obra intitulada Filosofia Yoga, conta-nos uma história muito interessante:

“Certo ministro de determinado país oriental, tendo caído em desgraça, foi encerrado numa torre isolada no meio da floresta, onde deveria permanecer até a morte. Durante a noite, sua esposa foi até o local e começou a lamentar-se de sua infelicidade, entre lágrimas e soluços. Pediu-lhe então, o marido, que trouxesse na noite seguinte, um fio de seda bem comprido, um carretel de linha comum, um barbante forte e uma longa corda, bem como um pouco de mel e um besouro. Na noite aprazada lá estava a dedicada mulher, com todas as coisas pedidas pelo prisioneiro. Mandou-lhe então o marido, que amarrasse o fio de seda ao corpo do besouro pousando o bichinho na parede da torre, com a cabeça dirigida para o alto. Feito isso, recomendou-lhe que besuntasse as antenas do animal com um pouco de mel. Logo que se viu livre, começou o inseto a subir pela torre, levado pelo cheiro do mel que julgava estar em algum lugar sempre à sua frente. Não demorou muito e o besouro atingiu o alto da torre, onde o encarcerado apoderou-se do fio de seda, ordenando à mulher que amarrasse a linha à outra extremidade que ficara na terra. Feito isso, foi fácil ao prisioneiro puxar o fio de seda, trazendo até ele uma das extremidades da linha. De posse dela, mandou que a esposa amarrasse o barbante à ponta da linha, recolhendo-o em poucos segundos. Com o barbante na mão, com ele alçou a corda, também amarrada pela mulher, e finalmente, descendo por ela, libertou-se.”

O mesmo se dá com o Prânaâyâma (exercícios de respiração), acrescenta o autor:

“O discípulo, por meio do fio da seda da respiração, apodera-se da linha das correntes nervosas que circulam no corpo. Depois, com essa linha, apodera-se do barbante das atividades mentais, que lhe fornecem finalmente a corda do Prâna, com o que se liberta definitivamente da escravidão de uma vida não desperta.”